Religiosidad-espiritualidad (R-E) en la práctica profesional en oncología pediátrica: ¿recurso o protocolo?

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22235/cp.v16i2.2324

Palabras clave:

personal de la salud, neoplasias, niño, adolescente, espiritualidad

Resumen

La inclusión de la religiosidad-espiritualidad (R-E) como una dimensión del cuidado de la salud aún plantea reflexiones, especialmente cuando analizamos las prácticas profesionales. Así, esta revisión integradora de la literatura tuvo como objetivo analizar cómo los profesionales de la oncología pediátrica experimentan la R/E en sus prácticas. A través de las bases/bibliotecas CINAHL, PsycINFO, Pubmed, SciELO y Lilacs se recuperaron 12 estudios producidos entre 2009 y 2019, nueve cualitativos y tres cuantitativos. Los resultados se presentaron en dos categorías temáticas: 1) R/E como elemento que permea las situaciones vividas en el trabajo; 2) la R/E como dimensión presente en la vida de los pacientes y familiares. Se evidenció que, si bien los profesionales de oncología pediátrica consideran a la R/E como una dimensión importante en el cuidado, se sigue entendiendo como un recurso utilizado principalmente por los pacientes y familiares, con predominio, entre los profesionales, de un sentido más ligado a un protocolo que un recurso eficaz para trabajar en el área.

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Biografía del autor/a

Lucas Rossato, Universidade de São Paulo

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Psiquiátrica na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da Universidade de São Paulo - USP. Bolsista de Pós-Graduação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPES. Graduado em Psicologia pela Universidade Federal de Goiás - Regional Jataí (2013) e mestre em Psicologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (2017), com bolsa concedida pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG). Integrante do ORÍ - Laboratório de Pesquisa em Psicologia, Saúde e Sociedade da EERP-USP e do Grupo de Pesquisa Teoria Histórico-Cultural e Processos Psicossociais da Universidade Federal de Catalão.

Bruna Thaís Salgado Sena, Universidade de São Paulo

Bacharelanda em Enfermagem na Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Integrante do ORÍ - Laboratório de Pesquisa em Psicologia, Saúde e Sociedade da EERP-USP vinculado ao Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP).

Fabio Scorsolini-Comin, Universidade de São Paulo

Professor do Departamento de Enfermagem Psiquiátrica e Ciências Humanas da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (EERP-USP) e do Programa de Pós-Graduação em Enfermagem Psiquiátrica da EERP-USP. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Psicólogo (Bacharelado, Licenciatura e Formação de Psicólogo) pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FFCLRP-USP). Mestre e Doutor em Psicologia pela Universidade de São Paulo (USP). Realizou dois Pós-Doutorados na Universidade de São Paulo (2013-2015 e 2016-2017), na área de Tratamento e Prevenção Psicológica (ambos com Bolsa PDJ-CNPq). Líder do ORÍ - Laboratório de Pesquisa em Psicologia, Saúde e Sociedade, ligado à EERP-USP.

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Publicado

2022-11-14

Cómo citar

Rossato, L., Salgado Sena, B. T., Nascimento, L. C. ., & Scorsolini-Comin, F. (2022). Religiosidad-espiritualidad (R-E) en la práctica profesional en oncología pediátrica: ¿recurso o protocolo?. Ciencias Psicológicas, 16(2), e–2324. https://doi.org/10.22235/cp.v16i2.2324

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