Simulación realista en la valoración primaria del trauma prehospitalario: satisfacción y autoconfianza en el aprendizaje de técnicos de enfermería y conductores de ambulancias

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.22235/ech.v15i1.4575

Palabras clave:

satisfacción laboral, formación en simulación, profesionales de enfermería, atención prehospitalaria, servicios médicos de emergencia

Resumen

Objetivo: Evaluar la experiencia de la simulación realista en el entorno prehospitalario mediante la Escala de Satisfacción y Autoconfianza en el Aprendizaje (ESAA). Método: Estudio descriptivo, transversal y cuantitativo, en el que participaron 98 profesionales de la atención prehospitalaria, técnicos de enfermería y conductores de ambulancia, en el polo B de un complejo regulador en el norte del estado de Paraná. El método incluyó una sesión informativa, una clase teórico-práctica, simulaciones de escenarios y casos, seguidas de una sesión de análisis. Los participantes completaron la ESAA para evaluar los sentimientos desarrollados durante la enseñanza mediante la simulación realista. Resultado: En la evaluación general, el índice de concordancia varió entre el 93 % y el 100 % para todas las preguntas. En la dimensión de satisfacción, el 100 % consideró que la simulación proporcionó diversos materiales didácticos y actividades para promover el aprendizaje (ítem 2) y les gustó la forma en que el profesor enseñó a través de ella (ítem 3). En la dimensión de la autoconfianza en el aprendizaje, el 94 % estuvo de acuerdo en que están desarrollando habilidades a través de la simulación (ítem 8). Conclusión: La simulación realista generó satisfacción entre los profesionales con el método de enseñanza, al tiempo que reconocieron su corresponsabilidad en el proceso de aprendizaje.

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Publicado

2026-02-11

Cómo citar

Martini, L. B., Rocco, K. M. W. de, Pereira, M. G. N., Almeida, C. L. de, Souza, G. de, & Martins, E. A. da P. (2026). Simulación realista en la valoración primaria del trauma prehospitalario: satisfacción y autoconfianza en el aprendizaje de técnicos de enfermería y conductores de ambulancias. Enfermería: Cuidados Humanizados, 15(1), e4575. https://doi.org/10.22235/ech.v15i1.4575